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Sebastião (Dom) e o Sebastianismo

Bibl.:Maria Natália Freire da Cruz dos Reis, D. Sebastião na Poesia Portuguesa, tese de lic., Lisboa, 1949; Jean Subirats, «Les séquelles du sébastianisme portugais au XIXe et au XXe siècles», in Travaux de la Faculté des Lettres de Rennes. Études Ibériques, Rennes, 1968 ; Joel Serrão, Do Sebastianismo ao Socialismo em Portugal, Lisboa, 1969; Raymon Cantel, «Le messianisme dans la pensée portugaise du XVIe siècle à nos jours», in Arq. do Centro Cult. Port., II, 1970, p. 433-444; António Sérgio, «Interpretação não romântica do sebastianismo», in Ensaios, I, Lisboa, 1971, p. 239-251; José António Flórido Hortas, Génese do Sebastianismo: na Obra de Guerra Junqueiro, de Teixeira de Pascoaes e de Fernando Pessoa, tese de lic., Lisboa, 1971; António Sérgio, «Camões panfletário – Camões e D. Sebastião», in Ensaios, IV, Lisboa, 1972, p. 93-128;Costa Brochado, «Da morte e tumulização de el-rei D. Sebastião», in AA. VV., Colectânea de Estudos em Honra do Prof. Doutor Damião Peres, Lisboa, 1974, p. 183-202; Moura-Relvas,El-Rei D. Sebastião. Ensaio Biológico, Coimbra, 1972; Dalila Pereira Costa, A Nau e o Graal, Porto, 1978; Jornada del-Rei Dom Sebastião à África. Crónica de Dom Henrique, ed. de Francisco Sales Loureiro (fac-símile da ed. de Lourenço Marques, 1970), Lisboa, 1978; F. Sales Loureiro, D. Sebastião: antes e depois de Alcácer-Quibir, Lisboa, 1978; Francisco Sales Loureiro, ed.,«Relação da Vida d’El Rey D. Sebastião do P.e Amador Rebello», in Rev. da Fac. de Letras, 4.ª s., 2, 1978, p. 481-559; José Veiga Torres, «Um exemplo de resistência popular: o sebastianismo», in Rev. Crítica de Ciências Sociais, 2, Set.-Dez. 1978, p. 5-33; Idem, Fonction et Signification Sociologique du Messianisme Sébastianiste dans la Société Portugaise, tese de dout., Paris, 1979; Agustina Bessa Luís, O Mosteiro, Lisboa, 1980; João Palma-Ferreira, «O “biógrafo” de Luís de Camões, Pedro de Mariz, como autor da Crónica de El-Rei D. Sebastião?», in Obscuros e Marginados, Lisboa, 1980, p. 9-27; Mário Saraiva, Nosografia de D. Sebastião, Lisboa, 1980; Maria Leonor Machado de Sousa, D. Inês e D. Sebastião na Literatura Inglesa, Lisboa, s/d [1980]; António Machado Pires, D. Sebastião e o Encoberto, 2.ª ed., Lisboa, 1982; António Quadros, Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista, I, Lisboa, 1982; F. de Sales Loureiro, «Jesuítas na crista da onda da política sebástica», in Clio, 4, 1982, p. 71-77; André Rodrigues de Évora, Sentenças para a Ensinança e Doutrina do Príncipe D. Sebastião, fac-símile do ms. inédito da Casa Cadaval, introd. de Luís de Matos, Lisboa, 1983; Georges Boisvert, La Guerre Sebástica à Lisboa en 1810, Paris, 1983; F. de Sales Loureiro, «“Les faux Don Sébastien”: mito e história», in Rev. da Fac. de Letras, 5.ª s., 2, Dez. 1984, p. 55-63; J. Lúcio de Azevedo, A Evolução do Sebastianismo, reed., Lisboa, 1984; José Veiga Torres, «O tempo colectivo progressivo e a contestação sebastianista», in Rev. de História das Ideias, 6, 1984, p. 223-258; Maria Leonor Machado de Sousa, D. Sebastião na Literatura Inglesa, Lisboa, 1985; Miguel de Antas, Os Falsos D. Sebastião, Lisboa, 1985; J. Veríssimo Serrão, ed., Itinerários de El-Rei D. Sebastião: 1568-1578, 2.ª ed., Lisboa, 1987; José van den Besselaar, O Sebastianismo – História Sumária, Lisboa, 1987; Julieta de Oliveira, «O falso D. Sebastião perante o senado de Veneza», in Peregrinação, 18, Out.-Dez. 1987, p. 16-30; F. de Sales Loureiro, D. Sebastião e Alcácer-Quibir, Lisboa, 1989; Maria Madalena Gonçalves, «Significados retóricos de um mito nacional: D. Sebastião n’“O Desejado” de Nobre e na Mensagem de Pessoa», in Colóquio/Letras, 113-114, Jan.-Abr. 1990, p. 91-98; Maria do Rosário Temudo Barata, As Regências na Menoridade de D. Sebastião. Elementos para Uma História Estrutural, 2 vols., Lisboa, 1992; D. João de Castro, Discvrso da Vida do Rey Dom Sebastiam, introd. de Aníbal Pinto de Castro, Lisboa, 1994; Diogo Ramada Curto, «Ó Bastião, Bastião», in Yvette K. Centeno, ed., Portugal: Mitos Revisitados, Lisboa, 1993, p. 139-176; Helena Barbas, «Mito Imperial e Sebastianismo em As Profecias do Bandarra de Almeida Garrett», ibid., p. 177-223 (reprod. in Almeida Garrett – O Trovador Moderno, Lisboa, 1994, p. 137-197); Justino Mendes de Almeida, «O epitáfio do túmulo para D. Sebastião nos Jerónimos», in Estudos Camonianos. História e Crítica, Lisboa, 1993, p. 283-285; Rui Grilo Capelo, «Sebastianismo e esoterismo na arte do prognóstico em Portugal: sécs. XVII e XVIII», in Rev. de História das Ideias, 15, 1993, p. 53-74; Carmo Ponte, «Sebastianismo: prova póstuma da nacionalidade», in Actas do 4.º Congr. Intern. de Lusitanistas, Lisboa-Porto-Coimbra, 1995, p. 1073-1079; Lucete Valensi, Fábulas da Memória. A Gloriosa Batalha dos Três Reis, Lisboa, 1996; Crónica de Almançor, Sultão de Marrocos (1578-1603), de António de Saldanha / Chronique d’Al-Mansour, Sultan du Maroc (1578-1603), de António de Saldanha, estudo crítico, introd. e notas de António Dias Farinha, Lisboa, 1997; Fernando Gil, «O advento do Quinto Império e a profecia bíblica», in Margarida Vieira Mendes et alii, Vieira Escritor, Lisboa, 1997, p. 275-288; Isabel Pires de Lima, «O regresso de D. Sebastião – narrativa e mito na ficção portuguesa contemporânea», in Rev. da Fac. de Letras – Línguas e Literaturas, II s., XIV, 1997, p. 251-264; Jacqueline Hermann, No Reino do Desejado. A Construção do Sebastianismo em Portugal. Séculos XVI e XVII, S. Paulo, 1998; Agostinho da Silva, «Considerando o Quinto Império», in Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I, Lisboa, 2000, p. 249-260; António Carlos Carvalho, Prisioneiros da Esperança. Dois Mil Anos de Messias e Messianismos, Lisboa, 2000; Mário Saraiva, Dom Sebastião na História e na Lenda, 2000; Fernando Pessoa, Portugal, Sebastianismo e Quinto Império, Mem-Martins, s/d.  Compulsar a série de artigos de Eduardo Guerra Carneiro n’OPrimeiro de Janeiro, Porto, Agosto de 1983. Para D. Sebastião em literaturas românticas, cf. Helena C. Buescu, coord., Dic. do Romantismo Literário Português, Lisboa, 1997, p. 528-533. Na ficção, Maria Moura-Botto, O Regresso de D. Sebastião. Romance Histórico, Lisboa, 2000; Manuel Pinheiro Chagas, António H. Secco, I. Vilhena Barbosa, D. Sebastião: Bênção ou Maldição?, Lisboa, 2012; mas convém ler Fernando Venâncio, «De Ceuta a Alcácer Quibir», in Expresso – Revista, 16-6-2001, p. 86-97, ou Quem Inventou Marrocos, Vila Nova de Gaia, 2004, onde  alude a títulos de Agustina Bessa-Luís, Ernesto Rodrigues, Manuel Alegre, Fernando Campos, etc. Começar por Vítor Amaral de Oliveira, Sebástica. Bibliografia Geral sobre D. Sebastião, Coimbra, 2002. Ver O Quinto Império - Ontem como Hoje (2004), de Manoel de Oliveira, filme baseado na peça El-Rei Sebastião (1949), de José Régio.

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