Sábado, 21 de Abril de 2012
O Romance do Gramático na Feira do Livro

O Romance do Gramático será autografado na Feira do Livro de Lisboa, em 1 de Maio, às 16,30h, no pavilhão da Gradiva.

Aguardo a visita dos apaixonados por Fernão de Oliveira, nosso primeiro gramático.



publicado por ER às 11:35
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Padre António Vieira


1608 (6-2):  Nasce em Lisboa.

1614: Parte com os pais para a Baía, Brasil.

1623: Entra no Colégio dos Jesuítas. Começa a fase do RELIGIOSO.

1624: Os Holandeses tomam a Baía. Os jesuítas fogem, vivendo um ano em povoações índias.

1626, 30 de Setembro: “Ânua da Província do Brasil”. Carta enviada ao geral da Companhia de Jesus.  Trata-se de um relatório anual, aqui entregue ao ainda noviço. É o seu primeiro (e longo) escrito. Abre a edição das 719 Cartas (3 vols., ed. de J. Lúcio de Azevedo, Lx: INCM, 1925-28 = 1970-1 = 1997, p. 3-70).

1626-1628: Olinda.

1628-1641 (27-2): Baía. Em 1633, prega o primeiro de cerca de 200 Sermões (= 15 tomos em 5  vols., Porto, Lello & Irmão, 1959). Ordena-se sacerdote em 10-12-1634.

1641 (28-4)-Janeiro de 1646: Lisboa. Fase do POLÍTICO.

 1646. De Fevereiro a Abril: Primeira missão diplomática -  Paris, Rouen;  de 18-4 a Julho: Haia; de Agosto de 1646 a 13-8-1647: Lisboa. Nesta data, sai para a segunda missão diplomática.

1647. De 21-9 a 30-9: Dover, Londres; de 11-10 a 22-11: Paris; de 17-12-1647 a Setembro de 1648: Haia.

1648 (15-10)-1650 (8-1): Lisboa; de 16-2 a Junho de 1650: Roma. Primeira jornada a Roma.

1650 (Julho?)-1652 (25-11): Lisboa. Nesta data, sai para o Brasil. É a fase do MISSIONÁRIO.

1653 (16-1)-1654 (16-6): Maranhão, Pará, Maranhão, de Agosto a 24-10: Açores.

1654 (Novembro)- 1655 (16-4): Lisboa.

1655-1661 (8-9): Maranhão, Belém, Maranhão. Em 29-4-1659, escreve a célebre carta (=LXXIII) “Esperanças de Portugal e Quinto Império do Mundo”, peça-base da incriminação, em breve, pelo Santo Ofício.

1661-1662, de Novembro a Junho: Lisboa. Afirma-se o VIDENTE.

1662 (21-6)-1663 (Fevereiro): Porto. Abre-se o desterro, seguido de processo em Coimbra.

1663 (12-2)-Janeiro de 1668: Coimbra. Redacção de História do Futuro (esboçada em 1649; 1.ª ed., 1718). O processo inquisitorial, referido às datas de 7-IV-1660 / 23-XII-1667, na Torre do Tombo, consta de cerca de 1500 folhas.

1668-1669 (15-8): Lisboa.

1669 (21-11)- 1675 (22-5): Roma. Segunda jornada a Roma. Confirma-se DERROTADO.

1675 (23-8)-1681 (27-1): Lisboa. Parte como VENCIDO. Em 1679, editava a primeira parte (= 1.º vol.) dos Sermões, de que ainda revê 13 tomos.

1681-1697: Baía. Dedica-se, sobretudo, à Clavis Prophetarum (com a tradução, Chave dos Profetas, mais completa e recente, Lx, 2000), que terá ideado aí por 1645. Morre em 18 de Julho.



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Quinta-feira, 12 de Abril de 2012
Sebastião (Dom) e o Sebastianismo

Bibl.: Maria Natália Freire da Cruz dos Reis, D. Sebastião na Poesia Portuguesa, tese de lic., Lisboa, 1949; Jean Subirats, «Les séquelles du sébastianisme portugais au XIXe et au XXe siècles», in Travaux de la Faculté des Lettres de Rennes. Études Ibériques, Rennes, 1968 ; Joel Serrão, Do Sebastianismo ao Socialismo em Portugal, Lisboa, 1969; Raymon Cantel, «Le messianisme dans la pensée portugaise du XVIe siècle à nos jours», in Arq. do Centro Cult. Port., II, 1970, p. 433-444; António Sérgio, «Interpretação não romântica do sebastianismo», in Ensaios, I, Lisboa, 1971, p. 239-251; José António Flórido Hortas, Génese do Sebastianismo: na Obra de Guerra Junqueiro, de Teixeira de Pascoaes e de Fernando Pessoa, tese de lic., Lisboa, 1971; António Sérgio, «Camões panfletário – Camões e D. Sebastião», in Ensaios, IV, Lisboa, 1972, p. 93-128; Costa Brochado, «Da morte e tumulização de el-rei D. Sebastião», in AA. VV., Colectânea de Estudos em Honra do Prof. Doutor Damião Peres, Lisboa, 1974, p. 183-202; Moura-Relvas, El-Rei D. Sebastião. Ensaio Biológico, Coimbra, 1972; Dalila Pereira Costa, A Nau e o Graal, Porto, 1978; Jornada del-Rei Dom Sebastião à África. Crónica de Dom Henrique, ed. de Francisco Sales Loureiro (fac-símile da ed. de Lourenço Marques, 1970), Lisboa, 1978; F. Sales Loureiro, D. Sebastião: antes e depois de Alcácer-Quibir, Lisboa, 1978; Francisco Sales Loureiro, ed., «Relação da Vida d’El Rey D. Sebastião do P.e Amador Rebello», in Rev. da Fac. de Letras, 4.ª s., 2, 1978, p. 481-559; José Veiga Torres, «Um exemplo de resistência popular: o sebastianismo», in Rev. Crítica de Ciências Sociais, 2, Set.-Dez. 1978, p. 5-33; Idem, Fonction et Signification Sociologique du Messianisme Sébastianiste dans la Société Portugaise, tese de dout., Paris, 1979; Agustina Bessa Luís, O Mosteiro, Lisboa, 1980; João Palma-Ferreira, «O “biógrafo” de Luís de Camões, Pedro de Mariz, como autor da Crónica de El-Rei D. Sebastião?», in Obscuros e Marginados, Lisboa, 1980, p. 9-27; Mário Saraiva, Nosografia de D. Sebastião, Lisboa, 1980; Maria Leonor Machado de Sousa, D. Inês e D. Sebastião na Literatura Inglesa, Lisboa, s/d [1980]; António Machado Pires, D. Sebastião e o Encoberto, 2.ª ed., Lisboa, 1982; António Quadros, Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista, I, Lisboa, 1982; F. de Sales Loureiro, «Jesuítas na crista da onda da política sebástica», in Clio, 4, 1982, p. 71-77; André Rodrigues de Évora, Sentenças para a Ensinança e Doutrina do Príncipe D. Sebastião, fac-símile do ms. inédito da Casa Cadaval, introd. de Luís de Matos, Lisboa, 1983; Georges Boisvert, La Guerre Sebástica à Lisboa en 1810, Paris, 1983; F. de Sales Loureiro, «“Les faux Don Sébastien”: mito e história», in Rev. da Fac. de Letras, 5.ª s., 2, Dez. 1984, p. 55-63; J. Lúcio de Azevedo, A Evolução do Sebastianismo, reed., Lisboa, 1984; José Veiga Torres, «O tempo colectivo progressivo e a contestação sebastianista», in Rev. de História das Ideias, 6, 1984, p. 223-258; Maria Leonor Machado de Sousa, D. Sebastião na Literatura Inglesa, Lisboa, 1985; Miguel de Antas, Os Falsos D. Sebastião, Lisboa, 1985; J. Veríssimo Serrão, ed., Itinerários de El-Rei D. Sebastião: 1568-1578, 2.ª ed., Lisboa, 1987; José van den Besselaar, O Sebastianismo – História Sumária, Lisboa, 1987; Julieta de Oliveira, «O falso D. Sebastião perante o senado de Veneza», in Peregrinação, 18, Out.-Dez. 1987, p. 16-30; F. de Sales Loureiro, D. Sebastião e Alcácer-Quibir, Lisboa, 1989; Maria Madalena Gonçalves, «Significados retóricos de um mito nacional: D. Sebastião n’“O Desejado” de Nobre e na Mensagem de Pessoa», in Colóquio/Letras, 113-114, Jan.-Abr. 1990, p. 91-98; Maria do Rosário Temudo Barata, As Regências na Menoridade de D. Sebastião. Elementos para Uma História Estrutural, 2 vols., Lisboa, 1992; D. João de Castro, Discvrso da Vida do Rey Dom Sebastiam, introd. de Aníbal Pinto de Castro, Lisboa, 1994; Diogo Ramada Curto, «Ó Bastião, Bastião», in Yvette K. Centeno, ed., Portugal: Mitos Revisitados, Lisboa, 1993, p. 139-176; Helena Barbas, «Mito Imperial e Sebastianismo em As Profecias do Bandarra de Almeida Garrett», ibid., p. 177-223 (reprod. in Almeida Garrett – O Trovador Moderno, Lisboa, 1994, p. 137-197); Justino Mendes de Almeida, «O epitáfio do túmulo para D. Sebastião nos Jerónimos», in Estudos Camonianos. História e Crítica, Lisboa, 1993, p. 283-285; Rui Grilo Capelo, «Sebastianismo e esoterismo na arte do prognóstico em Portugal: sécs. XVII e XVIII», in Rev. de História das Ideias, 15, 1993, p. 53-74; Carmo Ponte, «Sebastianismo: prova póstuma da nacionalidade», in Actas do 4.º Congr. Intern. de Lusitanistas, Lisboa-Porto-Coimbra, 1995, p. 1073-1079; Lucete Valensi, Fábulas da Memória. A Gloriosa Batalha dos Três Reis, Lisboa, 1996; Crónica de Almançor, Sultão de Marrocos (1578-1603), de António de Saldanha / Chronique d’Al-Mansour, Sultan du Maroc (1578-1603), de António de Saldanha, estudo crítico, introd. e notas de António Dias Farinha, Lisboa, 1997; Fernando Gil, «O advento do Quinto Império e a profecia bíblica», in Margarida Vieira Mendes et alii, Vieira Escritor, Lisboa, 1997, p. 275-288; Isabel Pires de Lima, «O regresso de D. Sebastião – narrativa e mito na ficção portuguesa contemporânea», in Rev. da Fac. de Letras – Línguas e Literaturas, II s., XIV, 1997, p. 251-264; Jacqueline Hermann, No Reino do Desejado. A Construção do Sebastianismo em Portugal. Séculos XVI e XVII, S. Paulo, 1998; Agostinho da Silva, «Considerando o Quinto Império», in Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I, Lisboa, 2000, p. 249-260; António Carlos Carvalho, Prisioneiros da Esperança. Dois Mil Anos de Messias e Messianismos, Lisboa, 2000; Mário Saraiva, Dom Sebastião na História e na Lenda, 2000; Fernando Pessoa, Portugal, Sebastianismo e Quinto Império, Mem-Martins, s/d.  Compulsar a série de artigos de Eduardo Guerra Carneiro n’O Primeiro de Janeiro, Porto, Agosto de 1983. Para D. Sebastião em literaturas românticas, cf. Helena C. Buescu, coord., Dic. do Romantismo Literário Português, Lisboa, 1997, p. 528-533. Na ficção, Maria Moura-Botto, O Regresso de D. Sebastião. Romance Histórico, Lisboa, 2000; mas convém ler Fernando Venâncio, «De Ceuta a Alcácer Quibir», in Expresso – Revista, 16-6-2001, p. 86-97, ou Quem Inventou Marrocos, Vila Nova de Gaia, 2004, onde  alude a títulos de Agustina Bessa-Luís, Ernesto Rodrigues, Manuel Alegre, Fernando Campos, etc. Começar por Vítor Amaral de Oliveira, Sebástica. Bibliografia Geral sobre D. Sebastião, Coimbra, 2002.  



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Quarta-feira, 7 de Março de 2012
Inês de Castro

Bibl. : Mário Martins, «O elogio fúnebre de Dona I. de C.», in  Alegorias, Símbolos e Exemplos Morais da Literatura Medieval Portuguesa, Lisboa, 1975, p. 101-104; Paul Teyssier, Un Problème d’Histoire Littéraire Luso-Espagnole: la Genèse de l’Épisode Macabre dans le Mythe d’Inès de Castro, sep. de Mélanges Offerts à Charles Vincent Aubrun, Paris, 1975;  Maria Leonor Machado de Sousa, D. Inês e D. Sebastião na Literatura Inglesa, Lisboa, s/d [1980] ; Azinhal Abelho, «O drama de I. de C.», in Teatro Popular Português. Trás-os-Montes II, Braga, 1982, p. 131-222;  Renata Cusmai Belardinelli, «I Doze sonetos per la morte d’Inés de Castro di Don Francisco Manuel de Melo», in Arq. do Centro Cult. Port., XVII, 1982, p. 845-935; Sílvio Castro, Tre Studi e Variazioni su Camões, Pádua, 1982, p. 99-121; Olga Ferreira, «O Inesismo nas correntes nacionalistas e tradicionalistas dos fins do séc. XIX e princípios do XX», in Munda, 5, 1983, p. 39-55; Maria Leonor Machado de Sousa, I. de C. na Literatura Portuguesa, Lisboa, 1984; Adrien Roig, Inesiana ou Bibliografia Geral sobre I. de C., Coimbra, 1986; Angela Birner, «L’histoire d’Inès de Castro dans les feuillets de colportage du XXe siècle», in AA. VV., Littérature Orale Traditionnelle Populaire, Paris, 1987, p. 371-384; Geysa Silva, A Morte da Rainha. Uma Leitura do Mito de Inês, tese de mestr., Rio, 1987; Maria Leonor Machado de Sousa, Inês de Castro. Um Tema Português na Europa, Lisboa, 1987; António José Saraiva, O Crepúsculo da Idade Média em Portugal, Lisboa, 1988, p. 47-55; Maria de Fátima Marinho, «I. de C. – Outra era a vez (I parte)», in Rev. da Fac. de LetrasLínguas e Literaturas, II s., VII, 1990, p. 103-136; C. A. Ferreira de Almeida, «A Roda da Fortuna / Roda da Vida no túmulo de D. Pedro, em Alcobaça», in AA. VV., Homenagem ao Prof. Doutor Artur Nobre de Gusmão, Porto, 1991; Serafim Moralejo, «“El texto” alcobacence sobre los amores de D. Pedro y D. Inés», in Actas do Congr. da Assoc. Hispânica de Literatura Medieval, I, Lisboa, 1991; Lúcia M. Cardoso Rosas, «Túmulo de D. Pedro», in Nos Confins da Idade Média – Arte Portuguesa – Séc. XII-XIV, Lisboa, 1992; Brunello De Cusatis, «La Fedeltà anche doppo morte de Domenico Laffi. O tema inesiano numa obra dramática italiana do século XVII», in Rev. da Bibl. Nac., s. 8 (1), 1993, p. 251-257 [= «La fedeltà anche doppo morte di Domenico Laffi: il tema inesiano in una tragedia italiana del ‘600», in Tra Italia e Portogallo. Studi Storico-Culturali e Letterari, Roma, 1999, p. 49-78]; Francisco Nuno Ramos, Os Túmulos de I. de C. e D. Pedro I, tese de mestr., Lisboa, 1993; Maria Manuel Lisboa, «I. de C.: a morte na página em branco», in Actas do 4.º Congr. da Assoc. Intern. de Lusitanistas, Lisboa-Porto-Coimbra, 1995, p. 641-650; dossier in Público – Mil Folhas, 2-6-2001, p. 18-21. O tratamento do tema na literatura convoca Herberto Helder, Ruy Belo, Agustina, Vasco Pereira da Costa, António Cândido Franco, João Aguiar, Nuno Júdice, Rosa Lobato de Faria (A Trança de Inês, 2001, romance sobre a «intemporalidade da paixão»). Mais recentemente, saiu Minha Querida Inês (2011), de Margarida Rebelo Pinto.

 

[Ernesto Rodrigues et alii, coord., Dicionário de Literatura. Actualização, vol. 2, Porto, Figueirinhas, 2003. Recomenda-se leitura do verbete «Inês de Castro» nas edições anteriores.]



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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012
Teoria da Comunicação (Bibliografia da aula de 22 de Fevereiro)

Ciências da linguagem – alguns conceitos metodológicos: signo; sintagma e paradigma; categorias linguísticas; língua e fala; norma; sincronia e diacronia.

Ciências da linguagem – alguns conceitos descritivos: escrita; unidades significativas; partes do discurso; funções sintácticas; referência; o discurso ficcional: visão; combinatória semântica; figura; relações semânticas entre frases; transformações discursivas; texto; estilo; tempo, situação e enunciação do discurso; linguagem e acção.  

 

Bibliografia

 

Baylon, Christian; Fabre, Paul, Iniciação à Linguística, Coimbra, Livraria Almedina, 1979

Berlo, David K., O Processo da Comunicação, S. Paulo, Martins Fontes, 1989

Ducrot, Oswald; Todorov, Tzvetan, Dicionário das Ciências da Linguagem, Lisboa, Pub. Dom Quixote, 1975 [várias edições]

Eco, Umberto, A Estrutura Ausente, S. Paulo, Perspectivas, 1976

Fagen, Richard R., Política e Comunicação, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1971

Favrod, Charles-Henri, La Linguistique, Paris, Hachette, 1979 [Trad. port.: A Linguística, Lisboa, Pub. Dom Quixote, 1980; contém larga bibliografia]

Marcellesi, Jean-Baptiste; Gardin, Bernard, Introduction à la Sociolinguistique, Paris, Librairie Larousse, 1974 [Trad. port.: Introdução à Sociolinguística. A Linguística Social, Lisboa, Editorial Aster, 1975]

McLuhan, Marshall, La Galaxie Guttenberg [1962], Paris, Seuil, 1968

Montalbán, M. Vázquez, Inquérito à Informação, Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1972

Mounin, Georges, Clefs pour la Linguistique, Paris, Éditions Seghers, 1968 [Trad. port: Introdução à Linguística, 3ª ed., Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1975]

Morin, Edgar, As Grandes Questões do Nosso Tempo [1981], Lisboa, Editorial Notícias, 1987

Rodrigues, Adriano Duarte Rodrigues, Introdução à Semiótica, Lisboa, Presença, 1991

            – O Campo dos Media, 2ª ed., Lisboa, Vega, s. d.

            – A Comunicação Social, 2ª ed., Lisboa, Vega, s. d.

Saussure, F. de, Cours de Linguistique Générale, Paris, Payot, 1968 [Trad. port.: Curso de Linguística Geral, Lisboa, Pub. Dom Quixote, 1971; 4ª ed., 1978]

Serres, Michel, Le Parasite, Paris, Grasset, 1980



publicado por ER às 19:50
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Domingo, 12 de Fevereiro de 2012
Teoria da Comunicação

1. a) Apresentação. Programa: objecto e método. b) Elementos de avaliação. c) Bibliografia: seleccionada; geral.

Informar e comunicar: definição de conceitos.

2. Meios de comunicação de massas. Objectivos, necessidades, usos de comunicação.

3. Ciências da linguagem: domínios; alguns conceitos metodológicos e descritivos.

4. Tecnologias. Formas de organização social. Consequências na vida prática e cultural.

5. Media e sociedade: valores.

6. Quatro perspectivas.

7. Teoria: quatro tipos de comunicação.

8. Níveis do processo de comunicação, ou redes comunicacionais. Condições exigíveis.

9. Tradições alternativas de análise sobre os níveis do processo comunicativo.

10-11. Breve história dos media.

12. Conceitos e modelos. Três pontos prévios. Processo de comunicação de massas.

13. Processo de comunicação de massas.

14. Paradigmas em teoria da comunicação: dominante ou estrutural; alternativo.

15. Quatro modelos de comunicação: segundo a orientação do emissor.

16. Quatro modelos de comunicação: segundo a orientação do receptor.

17. Media, sociedade e cultura. Principais assuntos em teoria dos media.

18. Teoria dos media e da sociedade.

19. A comunicação de massas e a cultura. Elementos para a definição de cultura.

20. Cultura de massas e cultura popular. Alguns exemplos.

21. Indústria cultural.

22. Estudos culturais. Género e media de massas.

23. Mercadoria. Hegemonia. Tabloidização. A sociedade unidimensional.

24-25 = 2 exercícios escritos.



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Mitos da Cultura Portuguesa / Cultura Portuguesa: Mitos Culturais

1. a) Apresentação. Programa: objecto e método. b) Elementos de avaliação. c) Bibliografia: seleccionada; geral.

Definições de cultura. Memória e identidade. História e mito. Mitos, fábulas, contos, lendas.

2. Portugal: os nomes do país.

3. Luso. Ulisses e Túbal.

4. Antes e após a Reconquista. Independência, povoamento, conquistas e expulsão dos mouros. Cruzadismo.

5. Os mitos fundadores da nação. Viriato.

6-7. Da batalha de São Mamede ao milagre de Ourique. Épica sobre D. Afonso Henriques.

8-9-10. Inês de Castro.

11-12-13-14. O sebastianismo.

15-16. O Quinto Império.

17. Camões; o «super-Camões».

18. Marquês de Pombal.

19-20. O reino da Saudade.

21. Expansão e Língua.

22-23. Outros casos. A rainha Santa Isabel. A rainha D. Leonor, mulher de D. João II. Maria da Fonte. José do Telhado.

24-25 = 2 exercícios escritos.



publicado por ER às 18:09
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Teoria da Comunicação

 


 

Ano Lectivo 2011-2012

  1. 1.     Unidade

Teoria da Comunicação

  1. 2.     Período Lectivo

S 2

  1. 3.     Docente

Ernesto José Rodrigues

  1. 4.     Objectivos

Apresentar um quadro integrado

que contextualize cada teoria

e mostrar as relações entre elas.

  1. 5.     Programa resumido

Perspectivas, tipos e níveis

do processo de comunicação.

Tradições alternativas de análise.

Conceitos e modelos. Processo

de comunicação de massas.

Paradigmas em teoria da comunicação:

dominante ou estrutural; alternativo.

Media, sociedade e cultura.

  1. 6.     Bibliografia e elementos de estudo postos à disposição dos alunos

Berlo, David Kenneth, O Processo da Comunicação:

Introdução à Teoria e à Prática,

São Paulo, Martins Fontes, 2003.

ISBN: 853361923-5

Fiske, John, Introdução ao Estudo

da Comunicação, Porto, Edições ASA,

1998. ISBN: 972-41-1133-4.

McQuail, Denis, Teoria da Comunicação

de Massas, Lisboa, F. C. Gulbenkian, 2003.

ISBN: 972-31-1021-0

Wolf, Mauro, Teorias da Comunicação,

Lisboa, Ed. Presença, 2006.

 

Artigos e capítulos de obras editadas pelo

docente estarão disponíveis em

www.culturaport.blogs.sapo.pt

  1. 7.     Critérios de avaliação

Pede-se atenção, capacidade de

acompanhamento

e iniciativa. Valoriza-se o esforço

de questionação

de matéria dita, por vezes, abstracta.

Reflexão escrita,

em casa, pode significar uma avaliação

qualitativa.

Com efeito, indica o regulamento geral

um mínimo

de dois elementos de avaliação, sendo um,

forçosamente, exercício escrito presencial

(avaliação quantitativa). A par daquela

avaliação

(podendo substituir o segundo

exercício escrito),

sugerimos uma apresentação oral, em aula.

  1. 8.     Acompanhamento e atendimento dos alunos

Além de contactos via mail, estudar-se-á

uma hora

semanal de atendimento.

  1. 9.     Requisitos (caso existam)

 

 

 

  1. 10.  Observações

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Mitos da Cultura Portuguesa/Mitos Culturais

 

Ano Lectivo 2011-2012

  1. 1.        Unidade

Mitos da Cultura Portuguesa /Cultura Portuguesa:

Mitos Culturais

  1. 2.        Período Lectivo

S 2

  1. 3.        Docente

Ernesto José Rodrigues

  1. 4.        Objectivos

Análise das heranças, comemorações

e lugares da memória.

Representação de acontecimentos,

mitos e temas da História portuguesa

no pensamento, nas literaturas

e nas artes: relações interculturais

e construções identitárias.

  1. 5.        Programa resumido

Clarificação de conceitos: mito, lenda; memória.

Luso, Ulisses, Túbal.

Fundadores: Viriato, milagre de Ourique.

Inês de Castro. Sebastianismo; Quinto Império.

O reino da Saudade.

  1. 6.        Bibliografia e elementos de estudo postos à disposição dos alunos

Bibliografia seleccionada: BELCHIOR,

Maria de Lourdes,

“Portugal: o labirinto da saudade”,

Revista de História Económica e Social (Lisboa), 4,

Junho-Dezembro de 1979, p. 1-14.

FERREIRA, António, Poemas Lusitanos,

ed. crítica de

T. F. Earle, Lisboa, Fundação Calouste

Gulbenkian, 2000.

[Há outras edições da tragédia Castro.]  

PESSOA, Fernando, Mensagem, Lisboa,

Parceria A. M. Pereira,

1934. [Várias edições.]

PIRES, António Machado, D. Sebastião

e o Encoberto,

2.ª ed., Lisboa, Fundação Calouste

Gulbenkian, 1982.

 

Artigos e capítulos de obras editadas pelo

docente

estarão disponíveis em

www.culturaport.blogs.sapo.pt

  1. 7.        Critérios de avaliação

Apresentado o programa

e feita a cronologia das aulas,

pede-se atenção, capacidade de

acompanhamento e iniciativa.

Valoriza-se o esforço de aprofundamento,

se possível,

no contacto com as fontes,

maioritariamente nacionais.

Pode resultar daqui uma avaliação

qualitativa.

Com efeito, indica o regulamento geral

um mínimo

de dois elementos de avaliação, sendo um,

forçosamente,

exercício escrito presencial (avaliação

quantitativa).

A par daquela avaliação (podendo

substituir o segundo

exercício escrito), sugerimos

uma apresentação oral, em aula.

  1. 8.        Acompanhamento e atendimento dos alunos

Além de contactos via mail, estudar-se-á

uma hora

semanal de atendimento.

  1. 9.        Requisitos (caso existam)

 

 

 

  1. 10.    Observações

 

 

 

 



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Terça-feira, 2 de Agosto de 2011
Fastigínia

Cem anos após a edição de Sampaio Bruno, Fastigimia (título incorrecto), sai Fastigínia (1605), de Tomé Pinheiro da Veiga (1566-1656), assente em 13 manuscritos. Pela primeira vez, falava-se em D. Quixote e Sancho Pança, mesmo num Cervantes enigmático, no quadro das festas de Valladolid, que acompanharam o nascimento do futuro Filipe IV.

Introdução, fixação do texto, variantes e notas (por Ernesto Rodrigues), com 24 reproduções de manuscritos, perfazem 1065 páginas, em capa dura.
Um livro bem-humorado, como raros, na literatura europeia.


publicado por ER às 14:40
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